Valorização do capital humano nas organizações

Primeiramente o capital humano é o maior bem de um instituição. Então confira como investir e aproveitar o máximo do seu potencial.

Atualmente, com as mudanças cada vez mais frequentes no panorama global, as empresas necessitam se adaptar rapidamente a novas situações. Assim a gestão de pessoas precisar estar a frente deste processo para auxiliar na implantação e novas culturas e diretrizes organizacionais. Que por sua vez se enquadrem na nova realidade.

Por outro lado, corremos o risco de retroceder a um recursos humanos meramente operacional. Pois não conseguiremos alcançar as mudanças estratégicas da organização.

Da mesma forma, a gestão de pessoas está se deslocando rapidamente do antigo contexto industrial clássico e neoclássico para situar-se em um novo contexto que será o seu futuro nicho de operações: ou seja, a era da informação.

Logo, está se tornando um setor que olha para frente, para o futuro, para o destino da empresa. Hoje uma empresa não precisa ser grande para ser valiosa. Visto que o valor da empresa não está mais em seu tamanho, mas sim em seu potencial humano.

Capital humano nas organizações

O que é capital humano?

Contudo, o capital humano é a capacidade de competências, conhecimentos e habilidades que compõem a personalidade de uma pessoa observadas na realização do seu trabalho.

Assim, podemos dizer que o capital humano é um conjunto de:

  • Capacidades;
  • Habilidades;
  • Conhecimentos;
  • Informações. 

Todas essas qualidades presentes em um profissional colaboram para que eles desempenhem suas atividades de forma efetiva, gerando resultado econômico para a empresa. 

Novas necessidades do mercado em relação ao capital humano

Portanto, as organizações precisam se adaptar as novas características do mercado. Além disso, também precisará se adaptar a novas necessidades, conforme apresentamos abaixo:

  • Uma nova visão do homem, do trabalho e da empresa;
  • Estrutura plana, horizontalizada, enxuta, de poucos níveis hierárquicos;
  • Organização voltada para processos e não para funções especializadas e isoladas;
  • Necessidade de atender ao usuário – interno e externo – e, se possível, encantá-lo;
  • Sintonia com o ritmo e a natureza das mudanças ambientais;
  • Visão voltada para o futuro e para o destino da empresa e das pessoas;
  • Necessidade de criar valor e de agregar valor as pessoas, a empresa e ao cliente;
  • Criação de condições para uma administração participativa e baseada em equipes;
  • Agilidade, flexibilidade, dinamismo e proação;
  • Compromisso com a qualidade e com a excelência de serviços
  • Busca da inovação e da criatividade.

Novo Cenário organizacional

Durante muito tempo o potencial humano nas organizações não tem sido explorado adequadamente. Geralmente a competência do trabalhador se resume a levadas cargas burocráticas e regras pré-definidas que devem ser seguidas.

Essa forma de encarar os processos acaba por inibir a inovação e a criatividade dos indivíduos. Porém com os avanços tecnológicos e da competitividade. Cada vez mais as empresas passam a contar com profissionais que além de competentes tenham senso crítico. Outra característica é a criatividade para que possam servir de alavancas de desempenho e resultados. O que ajuda a criar uma vantagem competitiva no mercado.

A valorização começa pelo reconhecimento

Contudo valorizar o capital humano, significa ver as pessoas que trabalham para a organização como recursos importantes e que podem fazer a diferença e não somente como meros replicadores de processos.

“As organizações necessitam apoiar-se no Recurso Humano do Conhecimento e não no recurso humano da força braçal; a tecnologia; à medida que por um lado supre este fator, por outro lado demanda pelo potencial humano da inteligência”.

É importante para a organização reconhecer que todo trabalhador tem muito a contribuir não somente em sua área de atuação, mas muitas vezes oferendo uma visão diferente para problemas existentes na empresa, ou seja, criar talentos humanos está se tornando indispensável para as empresas.

O capital humano é o patrimônio humano da organização, e como já falamos é essencial para que a mesma alcance completividade e sucesso, podemos considerar dois principais aspectos para o capital humano.

  • Talentos: São pessoas com conhecimento, habilidades e competências, possui um diferencial competitivo.
  • Contexto: É o ambiente interno adequado para que esses talentos possam se desenvolver.

Não basta ter talentos para ter capital humano é necessário ter um ambiente propício para que esses trabalhadores possam explorar e desenvolver seu potencial, de nada adianta contratar o melhor talento do mercado em uma determinada área se a empresa não lhe der subsídios para demonstrar seu potencial.

Como valorizar o capital humano?

1 – Invista em capacitação e treinamento

Em resumo, treinamentos e capacitações são válidos tanto para os colaboradores mais antigos, que podem reciclar conhecimentos, quanto para os mais jovens, que terão a oportunidade de se aprofundar na cultura organizacional.

2 – Tenha um plano de carreira

Tão importante quanto dar espaço para a tomada de decisões e o investimento em capacitação é a possibilidade de vislumbrar o futuro profissional. Por isso, sempre que possível busque desenvolver um plano de carreira para que seu colaborador possa sentir-se desafiado a ir além. O crescimento dele refletirá no crescimento da organização

3 – Defina postos e funções

Um funcionário excelente com desempenho exemplar certamente está ciente das suas obrigações e das especificidades de sua função. Não existe funcionário que vá trabalhar todos os dias sem a certeza do que deve fazer que se destaque dos colegas. Isso porque ele não pode se dedicar a nada integralmente. Cada um deve saber exatamente qual a sua função, quem está sob sua direta supervisão e a quem deve responder. Todos devem saber quais serão seus desafios e quais são as suas recompensas.

4 – Avalie e de feedbacks

Avaliações constantes de equipe com feedback são a chave para manter a união do grupo e permitir que os pontos a serem desenvolvidos se destaquem. Devem ser abertas e todos devem ter voz, ou não fazem sentido. O risco aqui é a geração de conflitos. Para isso, um bom mediador para os encontros se faz necessário.

Seja sensível para caraterísticas pessoais. é possível que algum feedback particular deva ser feito de maneira mais pessoal e discreta. Não são todos que são capazes de lidar com uma avaliação de forma pública. Vale a máxima: elogie em público, desaprove em particular.

Bom agora que você já acompanhou nossas dicas, conta para gente: Como anda a valorização do capital humano da sua empresa? Deixe seu comentário.

Imagens: Capital Humano,

Sandro Herek

  • Executivo e Empreendedor com quase 30 anos de experiencia em Soluções para Internet, Marketing Online e Offline.
  • Fundador da LinkWell em 1992
  • Fundador do primeiro guia de Buscas do Brasil – GuiaWEB em 1995
  • Fundador da Media Virtual, empresa dedicada a comercializar anuncios na internet em 1997
  • Fundador da primeira Franquia de Soluções para Internet em 2006.
  • Fundador da Virtualnet, empresa americana especializada em marketing em 2015
  • Co-Fundador da Doctorscopic, empresa americana especializada na indústria médica em 2016
  • Fundador da BPO LIST, empresa de gestão de Business Process Outsourcing em 2017